CEJ Santa Marina

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Blog oficial da Paróquia Coração Eucarístico de Jesus e Santa Marina

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

CNBB e OAB divulgam manifesto em defesa da Democracia

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançam nesta quarta-feira, dia 25, o Manifesto em Defesa da Democracia. Na cerimônia, que ocorre às 10h30, na sede da CNBB, em Brasília, os presidentes das respectivas entidades - o arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, e o advogado Marcus Vinicius Furtado Coêlho – apresentam o posicionamento em favor do regime democrático.

A iniciativa da CNBB e da OAB em divulgar o manifesto foi motivada pelas “graves dificuldades político-sociais” que ocorrem atualmente no Brasil. O texto pretende reafirmar ao país a importância da ordem constitucional e a normalidade democrática.

Os presidentes das entidades também chamarão atenção para os vícios que geram crises nas instituições da democracia, como o financiamento empresarial às campanhas políticas. Neste sentido, o manifesto defende a urgente Reforma Política Democrática para corrigir tais distorções que ameaçam a democracia e cerceiam a participação efetiva do povo nas decisões importantes para o futuro do país.


Informações: imprensa@cnbb.org.br ou (61) 2103-8313.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Coordenador da CF na Arquidiocese fala sobre o tema de 2015

Por Edcarlos Bispo
Na Quarta-feira de Cinzas, 18, iniciou-se na Igreja o período da Quaresma. É um momento de reflexão e meditação voltado ao jejum, oração e esmola. No Brasil, a Igreja realiza durante esse período a Campanha da Fraternidade (CF).

Neste ano, o tema da CF, “Fraternidade: Igreja e sociedade”, quer aprofundar, à luz do Evangelho, “o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus”, descreve o Texto Base da Campanha.

O documento apresenta seis  objetivos específicos: “Fazer memória do caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, identificar e compreender os principais desafios da situação atual; Apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da doutrina Social da Igreja, como elementos autenticamente humanizantes; Identificar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral; Aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas; Buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de Cristo de levar a Boa-Nova a cada pessoa, família e sociedade; Atuar profeticamente, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para o desenvolvimento integral da pessoa e na construção de uma sociedade justa e solidária”.

Na Arquidiocese de São Paulo, o coordenador e responsável pela CF, Padre Manoel Conceição Quinta, SSP, em entrevista ao O SÃO PAULO, falou dos desafios de assumir a coordenação da Campanha, qual a importância de discutir a relação Igreja e sociedade, como a Arquidiocese se articulará na vivência da CF e a importância da coleta que acontecerá, em todo o Brasil, no Domingo de Ramos.

O SÃO PAULO - Como é ser coordenador da Campanha da Fraternidade na Arquidiocese de São Paulo? Como está sendo assumir este desafio?
Padre Manoel Conceição Quinta - É um desafio grande, como coordenar qualquer outra pastoral.  A Arquidiocese de São Paulo é imensa e coexistem na cidade muitas realidades diferentes.  Penso ser importante trabalhar em conjunto com o Secretariado Arquidiocesano de Pastoral, com o coordenador de Pastoral de cada Região, com o objetivo de formar núcleos de animadores da Campanha da Fraternidade, para atuarem nos setores e nas comunidades.  Se o desafio é grande, a colaboração de todos é maior.

O que o tema da Campanha “Fraternidade: Igreja e sociedade” tem a dizer para a Igreja em São Paulo?
A Campanha recorda à Igreja sua missão de construir o Reino de Deus. Ela tem de ser presença viva de Jesus Cristo, contribuindo para que a sociedade seja mais justa e fraterna. A Campanha lembra à Igreja que ela vive numa sociedade onde há muitos miseráveis e desprovidos de tudo. Às vezes é bom trazer à memória realidades desagradáveis. Há sempre o perigo de nos esquecermos delas, tudo sendo assimilado como “cultura” e aí não se faz mais nada.

Qual a contribuição da Igreja para a sociedade brasileira ao longo dos últimos cinquenta anos?
São múltiplas as contribuições da Igreja para a sociedade brasileira. Podemos partir das mais simples: a Igreja não prega a violência, nas suas orações sempre inclui as aflições da sociedade, reflete sobre a realidade  social e por vezes aponta injustiças, que atentam contra a dignidade humana. Promove a assistência, coloca-se a serviço dos mais necessitados. Basta  lembrar a existência das Pastorais Sociais da Arquidiocese. Quando necessário, se engaja politicamente e colabora com outras instituições comprometidas com o bem comum, a dignidade do ser humano e a justiça social.

Como estreitar o diálogo e a colaboração entre Igreja e sociedade?
A Igreja, a partir do Concílio Vaticano II, sempre esteve aberta ao diálogo e à colaboração, para que a sociedade seja mais justa e fraterna. O diálogo e a colaboração se tornarão estreitos à medida que existir um pensamento comum, uma ação que não esteja eivada de ideologias.

Quais as questões desafiadoras na evangelização da sociedade?
Entre tantas questões desafiadoras nomeio algumas: a droga, a violência e criminalidade, o indiferentismo e individualismo, o consumismo e o hedonismo.

Como buscar novos métodos, atitudes e linguagens para atualizar a missão da Igreja de levar a Boa-Nova a cada pessoa, família e sociedade?
A pergunta é bem ampla, a resposta é breve: o amor. Lembro-me de São Paulo Apóstolo: “Tende vem vós os mesmos sentimentos de Jesus Cristo” (Fl 2,5). Aqui está o segredo de tudo.

Qual a importância da coleta da Campanha da Fraternidade? Como é usado esse dinheiro?
A Coleta da CF é o gesto concreto dos católicos, para os projetos próprios de cada campanha específica. Na falta de projetos específicos, o que é arrecadado destina-se à manutenção das obras sociais da Igreja e no nosso caso, às Pastorais Sociais da Arquidiocese. A coleta da Campanha está sempre ligada ao espírito quaresmal. A quaresma é tempo de penitência, oração, esmola, jejum e conversão. O Papa Francisco, em sua Exortação Apostólica, nos diz que “o clamor dos pobres faz-se carne em nós”. Pede para voltarmos a ler a Palavra de Deus sobre a misericórdia. “A misericórdia não teme o julgamento” (Tg 2,12-13). A literatura sapiencial fala da esmola como exercício concreto de misericórdia para com os necessitados: “A esmola livra da morte e limpa todo pecado” (Tb 12,9). Encontramos o mesmo pensamento no Novo Testamento: “Mantende em vós uma intensa caridade, porque o amor cobre uma multidão de pecados” (1Pd 4,8) (EG, 193).  

Como será trabalhada a Campanha na Arquidiocese?
A Campanha da Fraternidade está sendo trabalhada na Arquidiocese desde dezembro de 2014. Várias reuniões já foram feitas com o objetivo de divulgar a Campanha e formar agentes que animem as comunidades. Algumas Regiões Episcopais estão bem organizadas com suas equipes de divulgação da CF.

Quais desafios para que os padres e leigos assumam o compromisso com a Campanha?
A Campanha é a maior expressão de unidade pastoral da Igreja Católica no Brasil. Ela evangeliza e ensina a todos a ler a realidade, à luz do Evangelho. Não é necessário inventar muita coisa. É preciso conhecer as Pastorais Sociais da Arquidiocese e apoiá-las em tudo. Como sugestão se poderia retomar o “Seminário da caridade”, para todos tomarem conhecimento da ação social da Igreja na Arquidiocese de São Paulo.


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Abertura das Atividades da Escola de Fé e Política Waldemar Rossi em 2015


Leituras da Semana – de 23 a 28 de fevereiro

2ªf: Lv 19,1-2.11-18; Sl 18; Mt 25,31-46;

3ªf: Is 55,10-11; Sl 33; Mt 6,7-15;

4ªf: Jn 3,1-10; Sl 50; Lc 11,29-32;

5ªf: Est 4,17n.p-r.aa-bb.gg-hh; Sl 137; Mt 7,7-12;

6ªf: Ez 18,21-28; Sl 129; Mt 5,20-26;


Sáb: Dt 26,16-19; Sl 118, 1-8; Mt 5,43-48.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Leituras da Semana – de 09 a 14 de fevereiro

2ªf: Gn 1,1-19; Sl 103; Mc 6,53-56;

3ªf: Gn 1,20-2,4a; Sl 8; Mc 7,1-13;

4ªf: Gn 2,4b-9.15-17; Sl 103; Mc 7,14-23;

5ªf: Gn 2,18-25; Sl 127; Mc 7,24-30;

6ªf: Gn 3,1-8; Sl 31; Mc 7,31-37;


Sáb: Gn 3,9-24; Sl 89; Mc 8,1-10.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Golpista se passa por Diácono para pedir dinheiro

Há um Rapaz se identificando como Diácono José e dizendo que precisa de dinheiro para comer e para o gás. Além disso, ele diz conhece o Padre Fadul, Pe. Roque, PE. Emerson e sabe os nomes de alguns paroquianos da Sta. Marina.


Ele NÃO é Diácono e NÃO tem permissão para pedir dinheiro. É um farsante. Não deixe ele entrar em sua casa e não lhe passe informações. 

Avisos paroquiais

1 – Já estão abertas as inscrições para a Catequese 1ª Eucaristia e Crisma. Informações na Secretaria Paroquial;

2 – Segunda-Feira, dia 02 de Fevereiro, Nossa Senhora das Candeias, missa e benção das velas às 15h e 19h30;

3 – Terça-Feira, 03 de Fevereiro, dia de São Brás, teremos missa com benção da garganta às 15h e 19h30;

4 – Próxima Sexta-Feira, dia 06/02, 1ª do mês, teremos a missa do Apostolado da Oração às 15h. No próximo Sábado, dia 07/02, 1ª do mês missa, às 7h30;


5 – Se você tem algum recado de sua pastoral ou achou um texto/ notícia interessante e quer compartilhar conosco, enviei um e-mail para cejsantamarina@gmail.com que podemos publicar aqui no blog.

Leituras da Semana – de 02 a 07 de fevereiro

2ªf: Ml 3,1-4; Sl 23; Lc 2,22-40;

3ªf: Hb 12,1-4; Sl 21; Mc 5,21-43;

4ªf: Hb 12,4-7.11-15; Sl 102; Mc 6,1-6;

5ªf: Hb 12,18-19.21-24; Sl 47; Mc 6,7-13;

6ªf: Hb  13,1-8; Sl 26; Mc 6,14-29;


Sáb: Hb 13,15-17.20-21; Sl 22; Mc 6,30-34

domingo, 25 de janeiro de 2015

Avisos paroquiais

1 – Já estão abertas as inscrições para a Catequese, 1ª Eucaristia e Crisma, as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial;

2 – Do dia 26 à 30 de Janeiro NÃO teremos Missa aqui na Paróquia.


3 – Se você tem algum recado de sua pastoral ou achou um texto/ notícia interessante e quer compartilhar conosco, enviei um e-mail para cejsantamarina@gmail.com que podemos publicar aqui no blog.

Leituras da Semana – de 26 a 31 de janeiro

2ªf: 2Tm 1,1-8; Sl 95; Mc 3,22-30;

3ªf: Hb 10,1-10; Sl 39; Mc 3,31-35;

4ªf: Hb 10,11-18; Sl 109; Mc 4,1-20;

5ªf: Hb 10,19-25; Sl 23; Mc 4,21-25;

6ªf: Hb  10,32-39; Sl 36; Mc 4,26-34;


Sáb: Hb 11,1-2.8-19; Mc 4,35-41.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Liberdade e respeito

Na semana que passou, o mundo foi abalado pelo assassinato de 12 pessoas na sede do jornal satírico Charlie Hebdo, de Paris; seguiram-se mais mortes de pessoas inocentes e também dos autores dos assassinatos da sede do citado jornal. A questão continua a render e, agora, em várias partes do mundo islâmico, a ira volta-se contra os cristãos e seus templos que, aliás, também foram alvo das caricaturas envenenadas do Charlie...

Quem matou os jornalistas achou que estava vingando a honra de Maomé e a fé dos muçulmanos, que teriam sido ultrajadas pelas publicações do Charlie Hebdo; os responsáveis pelo Charlie, por sua vez, acharam que estavam exercendo seu “sagrado” direito de liberdade de expressão. Seguiu-se uma manifestação colossal na França e em outros países em favor da liberdade de imprensa e de expressão e de imprensa.

A questão toda merece uma reflexão serena, nem sempre possível no calor dos acontecimentos. Até onde vai a liberdade de expressão e de imprensa? É irrestrita? Até onde vai a própria liberdade humana? É certo, em nome de Deus, fazer violência e matar quem nos ofende ou contradiz as nossas ideias e convicções religiosas? É certo, em nome da liberdade de imprensa, atacar e ridicularizar as convicções mais sagradas das pessoas?

A liberdade foi e continua a ser uma das questões mais complexas da existência humana. Ela é uma capacidade que Deus deu ao ser humano e que lhe confere uma dignidade superior à dos outros seres deste mundo. Pela liberdade, o homem é capaz de fazer escolhas autônomas, para o bem e para o mal. O próprio Deus respeita a liberdade da criatura humana, mesmo quando não aprova suas escolhas.

O homem nem sempre consegue lidar com a própria liberdade; o uso que dela faz não é indiferente e as suas escolhas também levam a consequências contrastantes entre si. Por isso, dizemos que há um bom uso e um mau uso da liberdade. O uso é bom quando faz com que seu exercício leve ao verdadeiro objetivo da existência humana: a vida digna, o respeito ao próximo, a paz da consciência, o mérito e a glória do Criador, que deu a liberdade ao homem.

Há limites para a liberdade? Certo que sim, pois nossa liberdade não é ilimitada. Nossa liberdade pessoal tem seu limite na liberdade e na dignidade do próximo. Nossas próprias escolhas implicam num limite à liberdade; quem escolhe a, renuncia a escolher b. As normas comuns do convívio põem limites à liberdade individual, em vista de um bem maior. Mas esse limite da liberdade de pensar, dizer, decidir e fazer deve ser posto pelo próprio sujeito da liberdade, ou assumido livremente por ele. E nisso está o mérito ou demérito no uso da liberdade: somos responsáveis pelas nossas escolhas e assumimos as consequências de nossas decisões.

Até onde vai a liberdade de expressão? Não é preciso colocar um limite externo: o limite deve ser posto pela própria pessoa, no exercício autônomo de sua liberdade. Assim, tanto os jornalistas do Charlie Hebdo quanto os seus assassinos respondem pelos seus atos. Não é o fato de serem livres, que todas as suas ações são boas. O julgamento sobre o bom ou mau uso da liberdade depende dos padrões éticos, culturais e morais da sociedade.

Se, de um lado, é absolutamente inaceitável praticar violência ou matar o próximo em nome de Deus, ou para vingar supostas ofensas, também não é aceitável que, em nome da liberdade pessoal, se humilhe, desrespeite e despreze o próximo. O senso comum condena a violência verbal, os preconceitos raciais, sociais e religiosos, a ridicularização e o bullying; fazer troça dos humilhados e feridos, não desperta apreço para quem o pratica... O que dizer da perseguição, desprezo e violência por causa das convicções religiosas, que são algo sagrado e muito interior à consciência das pessoas?

A questão não é colocar limites externos à liberdade, mas recuperar algo muito simples e fundamental para a convivência: o senso do respeito na relação com as pessoas. Trata-se de um “sensor” não ajustável com o controle remoto, mas regulado pela fórmula bem simples e já conhecida desde tempos remotos: “não faças aos outros o que não gostarias que fizessem a ti”. Sem esse regulador delicado, adquirido pela educação, todas as tempestades verbais e discussões acaloradas sobre a liberdade de expressão não levam a nenhuma solução boa.

Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Arquidiocese de São Paulo celebra seu patrono dia 25

O dia 25 de janeiro é festejado por ser aniversário da cidade de São Paulo, que em 2015 completa 461 anos de fundação. Para os católicos, porém, a festa tem um sentido especial, pois, nesta data, celebra-se a Conversão do Apóstolo São Paulo, patrono da maior arquidiocese do país.

O ponto alto da festa é no próprio dia 25 de janeiro, domingo, quando se realiza, às 9h, na Catedral da Sé, missa solene em honra ao apóstolo São Paulo. A celebração será presidida pelo arcebispo metropolitano, Cardeal Odilo Pedro Scherer, e concelebrada por demais bispos e padres e com a presença de autoridades da cidade e representantes da sociedade.

Todas as Paróquias e comunidades da Arquidiocese são convidadas a celebrar solenemente o Patrono.

Perseguidor dos cristãos, o apóstolo São Paulo teve sua vida mudada após um encontro pessoal com Cristo, na estrada a caminho de Damasco. Daquele momento em diante, tornou-se pregador do Evangelho, anunciador da palavra do Mestre e exemplo para os cristãos de um autêntico “discípulo-missionário”.

Oração
“Ó São Paulo,
Patrono de nossa Arquidiocese,
discípulo e missionário de Jesus Cristo:
ensina-nos a acolher a Palavra de Deus
e abre nossos olhos à verdade do Evangelho.
Conduze-nos ao encontro com Jesus,
contagia-nos com a fé que te animou
e infunde em nós coragem e ardor missionário,
para testemunharmos a todos que
Deus habita esta Cidade imensa
e tem amor pelo seu povo!
Intercede por nós e pela Igreja de São Paulo,
ó santo apóstolo de Jesus Cristo!
Amém.”


domingo, 18 de janeiro de 2015

Avisos paroquiais

1 – Já estão abertas as inscrições para a Catequese, 1ª Eucaristia e Crisma, as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial;

2 No dia 24 de Janeiro, teremos passeio para Festa da Uva em Jundiaí, mais informações na Secretaria Paroquial ou com Abenilde;

3 – Quarta-Feira, dia 21/01, não teremos missa à noite, pois teremos a missa de 25 anos de sacerdote do Dom Edmar, na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, na Praça Silvio Romero Tatuapé.


4 – Se você tem algum recado de sua pastoral ou achou um texto/ notícia interessante e quer compartilhar conosco, enviei um e-mail para cejsantamarina@gmail.com que podemos publicar aqui no blog.

Leituras da Semana – de 19 a 24 de janeiro

2ªf: Hb 5,1-10; Sl 109; Mc 2,18-22;

3ªf: Hb 6,10-20; Sl 110; Mc 2,23-28;

4ªf: Hb 7,1-3.15-17; Sl 109; Mc 3,1-6;

5ªf: Hb 7,25-8,6; Sl 39; Mc 3,7-12;

6ªf: Hb 8,6-13; Sl 84; Mc 3,13-19;


Sáb: Hb 9,2-3.11-14; Sl 46; Mc 3,20-21.

domingo, 4 de janeiro de 2015

Avisos paroquiais

1 – Já estão abertas as inscrições para a Catequese, 1ª Eucaristia e Crisma, as inscrições devem ser feitas na Secretaria Paroquial;

2 – No dia 24 de Janeiro, teremos passeio para Festa da Uva em Jundiaí, mais informações na Secretaria Paroquial ou com Abenilde;

3 – Próximo Final de Semana, temos o domingo da partilha. Os Vicentinos contam com a nossa colaboração;

4 – Se você tem algum recado de sua pastoral ou achou um texto/ notícia interessante e quer compartilhar conosco, enviei um e-mail para cejsantamarina@gmail.com que podemos publicar aqui no blog.

Leituras da Semana – de 05 a 10 de janeiro

2ªf: 1Jo 3,22-4,6; Sl 2; Mt 4,12-17.23-25;

3ªf: 1Jo 4,7-10; Sl 71; Mc 6,34-44;

4ªf: 1Jo 4,11-18; Sl 71; Mc 6,45-52;

5ªf: 1Jo 4,19-5,4; Sl 71; Lc 4,14-22a;

6ªf: 1Jo 5,5-13; Sl 147; Lc 5,12-16;


Sáb: 1Jo 5,14-21; Sl 149; Jô 3,22-30

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Entrevista com o Diácono Benedito

Para ampliar, clique na imagem
No último dia 13 de dezembro o paroquiano Benedito foi ordenado Diácono Permanente pela Arquidiocese de São Paulo. Abaixo, a entrevista que ele deu para o jornal O São Paulo:

1° Quantos anos de casado? Quantos filhos, nome e idade esposa.
Sou casado desde 20 de Janeiro de 1979, portanto, há quase 36 anos.
Minha esposa chama Josefa Rufino da Silva e nasceu em 09 de outubro de 1955 (59 anos). Temos 2 filhos: A Denise, formada em Engenharia, tem 33 anos; o Newton, formado em Jornalismo, tem 30 anos, é casado com Daniela, formada em Ciências Sociais que, no momento, está no quinto mês de gravidez de um menino que se chamará Davi Leonardo, meu primeiro neto.

2° Porque decidiu se tornar Diácono Permanente?  Como sua esposa e sua família encarou esta decisão?
Fui convidado por um amigo: Diácono Antônio Brunca. Falamos com o Padre, naquela época, Padre José Antônio Fadul Filho, que apoiou o convite e me ajudou bastante no início.
Até aquele momento eu não sabia o significado e a importância do Diaconato, só com o passar do tempo pude compreender o compromisso que estava assumindo com a Igreja de São Paulo, e com minha comunidade.

Minha esposa sempre esteve comigo nos trabalhos que desenvolvo em minha comunidade e, tenho a certeza, me dará grande apoio no ministério que devo assumir. Meus filhos também participam dos trabalhos, todos nós estamos engajados no serviço de minha comunidade. Portanto, penso que todos estão muito ansiosos neste momento.

3° Sempre trabalhou em alguma Paróquia? Qual o trabalho pastoral que realiza?
Frequento a paróquia Coração Eucarístico de Jesus e Santa Marina seriamente a mais ou menos 22 anos. Ali participei, junto com a minha esposa e filhos (quando permitido a esses participarem) de vários eventos, como o Encontro de Casais com Cristo, no qual fui dirigente de todas as etapas; fui dirigente do Curso de Noivos; e participo das festas nas quais trabalho na barraca do quentão e vinho quente com minha família há 19 anos.

No momento, estou participando de uma pastoral muito interessante: quinzenalmente eu e minha esposa visitamos asilos, onde fazemos uma pequena celebração e levamos a Santa Eucaristia para os idosos. Em seguida, damos uma pequena pausa para ouvi-los, se necessário.

Participo também da formação de adultos para a primeira Eucaristia e para o Crisma, pretendo continuar ajudando na formação de outras pessoas que me procurarem. 

4° Como concilia a vida familiar e o serviço na Igreja?
Procuro dar muita atenção para minha família, sei que às vezes ficamos devendo aquele carinho, mas procuro dentro do possível estar sempre presente.

5° O que o diaconato Permanente representa para você?
Pretendo exercer este ministério com muita humildade. No diretório do Diaconato Permanente está escrito que o Diácono Permanente é um homem consagrado, que representa, pública e oficialmente, o Cristo servidor na sociedade, na Igreja, no exercício de sua profissão e na família.
Pretendo fazê-lo sempre sendo obediente ao Bispo de minha região e ao meu Pároco.


quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Presépios de São Paulo

Ao se aproximar o Natal do Senhor, a Arquidiocese de São Paulo convida a todos para manifestarem o real motivo desta festa, muitas vezes ofuscadas pelas luzes e apelos comerciais.

Seguindo a orientação do arcebispo metropolitano, cardeal dom Odilo Pedro Scherer, todos são chamados a valorizar o presépio, principal símbolo do Natal Cristão, mostrando que, de fato, “Deus habita esta cidade”.

Para isso, a Arquidiocese de São Paulo, lança a campanha “Presépios de São Paulo”, que convida a todos a compartilharem pelas redes sociais imagens dos presépios presépios em igrejas, casas, escolas, estabelecimentos comerciais, praças ou demais lugares públicos.

Basta compartilhar as imagens usando a hashtag #PresépiosdeSP

Essas imagens poderão ser publicadas em um álbum na página da Arquidiocese de São Paulo no Facebook, bem como nos perfis do Instagram e Twitter.  A Campanha segue até o dia 6/1/2015.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Pastoral do Batismo de nossa paróquia apresenta os números de 2014

Mais um ano se acaba e a Pastoral do Batismo trabalhou intensamente. Temos notado que o número de pedidos de batizados tem aumentado, o que mostra o trabalho missionário desenvolvido pelo Pe. Emerson, o crescimento do bairro com novos prédios e a fé voltando aos lares.

Como resultado disso, durante o ano de 2014, na Igreja Coração Eucarístico de Jesus e Santa Marina, ocorreram simplesmente 153 batizados e participaram da palestra de preparação para pais e padrinhos, nada menos que 583 pessoas, algumas até começaram a frequentar nossas missas dominicais.

E nós, da Pastoral do Batismo, desejamos a todas as pessoas que nos lêem, um 2015 cheio de novas esperanças e de fé renovadas.


domingo, 21 de dezembro de 2014

Avisos paroquiais

1 – Já estão disponíveis os Envelopes do Dízimo, podem ser retirados nos términos das missas, lá na entrada da Igreja, onde temos o nosso Bazar de Natal;

2 – Nesta-feira (22/12), faremos o Encerramento da Novena de Natal aqui na Igreja, às 19h30;

3 – No dia 24 de Dezembro, teremos a missa às 19h30; e no dia 25, missa somente às 10h. Os mesmos horários servem para os dias 31 de dezembro e 01 de janeiro;


4 – Se você tem algum recado de sua pastoral ou achou um texto/ notícia interessante e quer compartilhar conosco, enviei um e-mail para cejsantamarina@gmail.com que podemos publicar aqui no blog.